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Como abrir uma empresa: 7 passos

Empreendedorismo, Ferramentas Leia em 17 minutos

O número de empreendedores no Brasil vem crescendo continuamente — é o que diz uma pesquisa divulgada em 2015 no relatório Global Entrepreneurship Monitor (GEM): 34% dos brasileiros entre 18 e 64 anos possuem um negócio próprio ou estão criando uma empresa. Em 2005, esse índice chegava a apenas 23%. Além disso, o total do empreendedorismo no país alcançou 39,3% em 2015.

Mas o que está fazendo esse índice aumentar? Segundo a mesma pesquisa, o motivo principal é a necessidade, surgida pela crise econômica. Enquanto uns focam nas dificuldades, outros aproveitam o momento para encontrar oportunidades!

Nesse contexto, é importante observar o cenário atual para reduzir os riscos característicos do empreendedorismo. Portanto, vamos indicar a você quais são os melhores caminhos a seguir, e os direcionamentos mais assertivos para que você não tenha prejuízos ou percalços na sua jornada.

Se você procura descobrir como abrir uma empresa com mais facilidade, entendendo os desafios presentes ao longo do caminho, acompanhe os 7 passos a seguir e compreenda de que forma você pode tirar a sua boa ideia do papel e colocá-la em prática!

1. Tenha uma boa ideia

Ninguém é capaz de empreender partindo do zero — o primeiro passo é ter uma boa ideia. Mas como identificar se a sua intuição está correta e trará benefícios? Algumas etapas podem ajudar nesse processo e assegurar que você seja mais bem-sucedido.

Vejamos quais são elas:

Reflita sobre suas habilidades e capacidades

Quando pensamos em nossas habilidades e capacidades, geralmente nos focamos no lado profissional e na carreira já traçada. No entanto, refletir sobre esse assunto vai muito além disso, e deve se ampliar para nossos níveis de conhecimento geral.

Por exemplo: mesmo não sendo um chef, você gosta de cozinhar e ser elogiado por suas habilidades culinárias. Após refletir um pouco, talvez perceba um desejo de abrir um restaurante ou, como está na moda, um food truck. Consideradas essas questões, agora é possível pensar nas próximas etapas.

Considere o que gosta, as habilidades que possui e aquelas que pretende desenvolver. — todas essas reflexões te ajudarão a definir uma ideia de negócio.

Faça cursos sobre empreendedorismo

A não ser que você já tenha ampla experiência em gestão e em áreas correlatas, e conheça muito bem o que é empreendedorismo, fazer um ou mais cursos sobre o assunto pode te ajudar muito com o processo de abertura do negócio.

Esse tipo de curso vai indicar o que deve ser feito e pensado antes de, efetivamente, abrir uma empresa. Dará, por exemplo, indicações a respeito da busca por clientes, da organização das finanças, da construção do portfólio, dos produtos e/ou serviços que serão vendidos etc. E, caso a sua ideia esteja relacionada a um e-commerce, é importante compreender melhor esse segmento de mercado, que possui características específicas.

Por isso, os cursos que tratam desse assunto poderão mostrar — além do que já foi afirmado anteriormente — possíveis estratégias de marketing a serem adotadas, como fazer links patrocinados, atuar nas redes sociais, trabalhar com SAC 2.0 (atendimento por meio das mídias sociais), ter fanpages e perfis da marca etc.

Tenha disciplina

Disciplina é algo necessário em qualquer momento da vida, mas, quando se pretende ser um empreendedor, é fundamental. Como o processo de abertura de uma empresa e fortalecimento do negócio tendem a ser longos e tortuosos, ter disciplina nesses casos significa mais produtividade e possibilidade de atingir os resultados pretendidos.

Lembre-se de que trabalhar em casa — algo bastante comum para quem está começando um negócio — não requer cumprimento de horários específicos, o que pode se tornar um problema para os indisciplinados. Portanto, antes de partir para a próxima etapa, que é a de fazer pesquisas sobre o público e o mercado, organize-se; tanto em relação ao espaço físico quanto no que for referente às suas atividades. Isso evitará muitos transtornos.

Tenha metas claras

Você ainda está na fase de ter uma boa ideia, e ainda nem começou a executá-la, mas é importante já ter metas definidas desde o início. Saber aonde se quer chegar e os objetivos que se pretende atingir não é importante apenas do ponto de vista prático, mas também por servir como grande motivador.

Pense bem: quando você tem uma meta, fica mais fácil fazer aquele esforço extra, certo? Imagine, por exemplo, que você quer muito comprar um novo notebook, mas ainda não tem dinheiro para isso. Nesse caso, não fica mais fácil deixar de tomar aquele cafezinho para economizar o dinheiro?

Por mais simples que esse exemplo pareça, ele serve para o contexto de abertura de uma empresa. Afinal, tendo essa motivação, você não vai se deixar abater por qualquer obstáculo que surgir.

2. Estude o mercado e o seu público

Tendo uma ideia em mente, começa a fase de sua implantação. Mas, antes de colocar a mão na massa, existem outras etapas que precisam ser seguidas, e a primeira delas é a pesquisa a respeito do mercado e do público que será atingido pela sua empresa.

Agora você deve estar se perguntando: “por que preciso conhecer o mercado e o público?”. E a resposta é bastante simples: buscar entender esses dois quesitos facilita a realização do planejamento estratégico da sua ideia, que servirá como base para todo o negócio.

Um ponto importante é que o estudo a respeito do mercado e do público trará indicações do que deve ou não ser feito por você. Ou seja, com essa pesquisa, você conseguirá perceber demandas não atendidas, falhas em produtos e serviços, novos perfis de consumo etc.

Nesse sentido, existem duas possibilidades: fazer uma análise de mercado ou pesquisar nos dados em órgãos dos governos municipal, estadual e federal, universidades; entidades de classe, entre outros. Pesquisar na internet é simples. Basta acessar o site da Prefeitura, do IBGE, do Sebrae, de associações comerciais, acompanhar as notícias em jornais e revistas, entre outros.

Por outro lado, fazer uma análise de mercado é um pouco mais complicado. Nesse processo, devem ser considerados três elementos principais, que vão fornecer informações valiosas sobre os consumidores:

  • Dados demográficos: apresentam informações genéricas, como gênero, faixa etária, renda salarial, grupo étnico, classe social, grau de instrução, entre outros;
  • Dados psicográficos:  trazem informações relativas ao estilo de vida, hábitos, opiniões etc. dos consumidores. Por exemplo, se o perfil é extrovertido ou introvertido, independente ou dependente, se é conservador ou liberal, entre outras possibilidades;
  • Dados comportamentais: indicam o comportamento de uso de produtos e serviços, apontando, por exemplo, as formas de uso, a frequência de utilização e de compra etc.

Para fazer essa análise, você pode utilizar pesquisas qualitativas, a fim de descobrir como os produtos e serviços podem ser comercializados. Já as pesquisas quantitativas podem indicar quem é o público-alvo propriamente dito. E, a partir de tudo isso, pode-se partir para a próxima etapa: o planejamento.

3. Planeje, planeje e planeje

Todo negócio envolve um grande planejamento — e esse processo abrange diversos quesitos, desde questões financeiras até aquelas relativas à documentação e ao funcionamento do negócio.

Mas para que fazer o planejamento? Para evitar contratempos durante a abertura ou o funcionamento da empresa, estando preparado para qualquer desafio que apareça pelo caminho. Nesse sentido, o primeiro passo é elaborar um plano de negócios. Esse documento vai apresentar um retrato do mercado, das atitudes do empreendedor e do produto ou serviço que ele deseja vender.

Ou seja, o plano de negócios é bastante amplo e envolve todos os elementos necessários para a abertura de uma empresa. Ele pode ser comparado, por exemplo, ao planejamento de uma viagem, em que se define o destino, adquire as passagens, reserva um hotel, se verifica como estará o clima, arruma as malas etc.

Portanto, o objetivo fundamental de se fazer um plano de negócios é organizar o que é necessário para abrir a empresa; ele também indicará a necessidade de informações adicionais a respeito da concorrência, do público-alvo ou do mercado. A etapa final é responder à pergunta: “vale a pena abrir a minha empresa?”. Se a resposta é sim, parabéns! Você já está no caminho certo — mas a caminhada continua, e você ainda precisa cumprir outras etapas do planejamento.

Faça um planejamento financeiro

Esta etapa é fundamental para o empreendedorismo. Antes mesmo de começar qualquer coisa, é indicado que você verifique os gastos que terá, descobrindo se o negócio é viável.

É preciso calcular também quanto você precisa obter para iniciar o negócio, e quanto tempo será possível manter a empresa funcionando sem recorrer a empréstimos, financiamentos e investimentos. Para chegar o mais próximo da realidade, recomenda-se fazer dois cenários: um positivo e outro negativo; de maneira geral, recomenda-se ter, pelo menos, três meses em caixa.

Encontre um contador e um advogado

Ter profissionais de sua confiança trabalhando junto com você também é essencial para ter bons resultados no seu negócio. Ao começar uma empresa, o melhor é contar com a ajuda de um contador e de um advogado, que poderão indicar o que é necessário para a abertura do negócio.

O contador será o responsável por garantir que todas as documentações necessárias estejam corretas, e que o regime tributário escolhido seja o mais adequado. Esse profissional também poderá ajudar o empreendedor a montar um cronograma de pagamento de impostos e verificar qual é o melhor dia para fazer o balanço mensal.

Já o advogado poderá verificar se os documentos estão de acordo com a legislação, além de ajudar a elaborar o contrato social (necessário nos casos em que é realizada uma sociedade).

Pesquise por locais de instalação da empresa e decida o nome

Esta etapa faz parte do planejamento porque esses dois elementos precisam estar definidos antes da execução. Por isso, com o local e o nome da empresa em mente, consulte a Junta Comercial da sua cidade para verificar se o nome está disponível e faça uma consulta de endereço na Prefeitura do município.

Assim, também será possível saber se o endereço está cadastrado para a realização de atividade comercial. A partir disso, pode-se efetivamente colocar a mão na massa!

4. Coloque a mão na massa

Depois de pensar, pesquisar e planejar, chega a hora de executar. Tendo todas informações anteriores em mãos, esse processo fica mais simples e o empreendedor se sente mais seguro para seguir em frente.

Nesse momento, as situações deixam de ser hipotéticas e você começa a perceber qual o real cenário e o contexto em que sua empresa está inserida. Para isso, considere os elementos a seguir.

Custos

Há três tipos de custos diferentes: fixos, variáveis e comerciais. Os custos fixos são os gastos que a empresa terá todos os meses, independentemente de vender algum produto ou serviço. Por exemplo: água, luz, telefone, internet, aluguel etc.

Os custos variáveis são as despesas necessárias para o funcionamento do negócio, como a necessidade de compra dos produtos ou das matérias-primas, os gastos com embalagem, mão de obra, entre outros.

Já as despesas comerciais são aquelas que variam conforme as vendas, como os impostos, comissão de vendedores e contribuições. Com esses custos, pode-se fazer o cálculo do lucro, cuja fórmula é:

Lucro = Receitas – Despesas totais

Preço de venda

O preço de venda dos produtos precisa considerar não somente os gastos da empresa, mas também o valor percebido pelo cliente. Ou seja, se o consumidor acreditar que o seu produto não vale tanto quanto você está cobrando, ele não vai comprá-lo. Por isso, recomenda-se precificar os produtos de acordo com:

  • O valor necessário para que a empresa continue funcionando;
  • O preço praticado pela concorrência em produtos ou serviços similares.

Caso o resultado seja maior do que o de mercado, é preciso encontrar possibilidades de redução de custos. Se for menor, a empresa tende a ganhar competitividade.

Ponto de equilíbrio e margem de contribuição

Esses são dois conceitos importantes que devem ser considerados como indicadores da empresa. A margem de contribuição é o total de contribuição do produto para o pagamento das despesas e composição do lucro, e para calculá-la, basta seguir a fórmula:

Margem de contribuição = Preço de venda – (Custo variável + Despesas comerciais) / Preço de venda x 100

Por exemplo: se o preço de venda é R$ 25,00, o custo variável é de R$ 10,50 e as despesas comerciais são de R$ 4,00, a margem de contribuição é a seguinte:

Margem de contribuição = 25 – (10,50 + 4) / 25 x 100

Margem de contribuição = 42%

Já o ponto de equilíbrio é o total de vendas que precisam ser realizadas para que a empresa fique no “zero a zero”, ou seja, para que as despesas e as receitas sejam equivalentes. Assim, se o valor do ponto de equilíbrio for negativo, é sinal vermelho!

Atração de clientes

Obviamente, é necessário atrair clientes para que o seu negócio tenha lucro. Para isso, é preciso criar uma boa estratégia de mercado, que deve responder às seguintes questões:

  • Como informar aos clientes sobre a existência da sua empresa?
  • Como chamar a atenção dos consumidores?
  • Como conseguir que os clientes definitivamente comprem da sua empresa ao ponto de ter lucro?
  • Como se destacar perante a concorrência para que os potenciais clientes prefiram comprar da sua marca?

Para conseguir tudo isso, alguns detalhes podem fazer a diferença. Alguns deles são ter um produto bonito e prático, oferecer um bom atendimento, passar credibilidade e confiança, valorizar o cliente, oferecer serviços adicionais, investir em inovação e ter um mix de produtos variado.

Retorno do investimento

Com a empresa em funcionamento, você precisará utilizar indicadores para saber se está seguindo pelo caminho certo. Por isso, é preciso saber em quanto tempo o investimento inicial retornará para você. O cálculo é bem simples:

Retorno do investimento = Lucro x 100 / Investimento

Imaginando que o lucro mensal é de R$ 5.000,00 e o investimento inicial foi de R$ 45.000,00. Aplicando os valores na fórmula, tem-se:

Retorno do investimento = 5.000 x 100 / 45.000

Retorno do investimento = 11,11%

Neste exemplo, a taxa de retorno mensal é de 11,11%. E qual o prazo de retorno? Neste caso, aplica-se os valores em outra fórmula. Veja:

Prazo de retorno = Investimento / Lucro mensal

Prazo de retorno = 45.000 / 5.000

Prazo de retorno = 9 meses

Mas você acha que somente esses cálculos garantem que sua empresa terá sucesso? Não! Você ainda precisa criar sua marca e formalizar e divulgar o negócio.

5. Crie sua marca

Você já definiu o nome da sua empresa e, portanto, a marca dos produtos. No entanto, é preciso criar sua marca, garantindo que ela será a única naquele segmento de atuação. Geralmente, essa etapa é ignorada pelos empreendedores, que a entendem como apenas mais uma burocracia e despesa. Porém, é preciso pensar que essa ação pode se tornar uma grande vantagem competitiva.

Atualmente, o registro de marca é válido pelo prazo de 10 anos, podendo ser renovado. O cadastro da empresa é feito diretamente no site do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). O primeiro passo, então, é fazer um pedido do registro. Essa fase pode ser contestada por qualquer outra empresa e há um prazo de 60 dias para isso, contabilizados a partir da publicação na Revista do Inpi.

Se não for contestado, o Inpi fará o deferimento do registro, concedendo-o pelo prazo de 10 anos. Nesse momento, deve-se efetuar o pagamento de uma taxa referente a essa concessão. O valor segue uma tabela predeterminada no site do Inpi e deve ser pago em 60 dias.

A terceira etapa é a concessão do certificado de registro, que fica disponível também pelo prazo de 60 dias. Caso o pedido seja indeferido, o solicitante pode entrar com recurso em até 60 dias.

Além disso, para o registro de marca é preciso reunir a seguinte documentação:

  • Guia de recolhimento, que pode ser conseguida na Delegacia Regional do Inpi;
  • Pedido do registro de marca em três vias;
  • Etiquetas não adesivas em preto e branco. Devem ser fornecidas 15 etiquetas de 6 cm x 6 cm com o logotipo em tamanho médio de 5 cm;
  • Contrato social e CNPJ para empresas Ltda;
  • Declaração de firma empresário e CNPJ para firma empresário;
  • Inscrição no ISS, RG e CPF para profissionais autônomos.

Dessa forma, a marca é registrada e o restante do negócio deve ser formalizado.

6. Formalize o negócio

Toda empresa precisa estar formalizada; isso evita problemas com a legislação e o pagamento de multas. Portanto, o primeiro passo é elaborar o contrato social, que vai indicar o ramo de atuação, os aspectos societários, o objetivo e a formação do capital social do negócio.

Com esse documento pronto, deve-se levar três vias dele junto dos outros documentos  necessários na Junta Comercial ou no cartório de registro de pessoas jurídicas. Esses documentos são:

  • Cópias autenticadas de RG e CPF;
  • Via do requerimento padrão, a ser obtida na Junta Comercial;
  • Via dos modelos 1 e 2 da Ficha de Cadastro Nacional (FCN), que pode ser conseguida aqui;
  • Comprovante de pagamento de taxas cobradas.

Com isso, o empresário terá o Número de Identificação de Registro da Empresa (NIRE), necessário para obter o CNPJ. O cadastro do CNPJ é feito online, diretamente pelo site da Receita Federal. Depois, é só anotar o CNPJ e ir à Prefeitura para solicitar o alvará de funcionamento. Para essa etapa, as Prefeituras costumam solicitar:

  • Formulário preenchido, a ser obtido diretamente na Prefeitura (você pode preencher na hora);
  • Consulta de endereço pré-aprovada;
  • Cópias de CNPJ e contrato social;
  • Laudo dos órgãos que fazem a vistoria do estabelecimento.

Além da Prefeitura, também é necessário fazer a inscrição estadual na Secretaria de Estado da Fazenda. Assim, obtém-se o registro do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Os documentos necessários são:

  • Documento Único de Cadastro (DUC) em três vias, a ser obtido diretamente na Secretaria;
  • Documento Complementar de Cadastro (DCC) em única via, também obtido na Secretaria;
  • Comprovante de endereço em cópia autenticada ou original;
  • Direito de uso do imóvel (como contrato de compra ou de locação) em cópia autenticada;
  • Cadastro fiscal do contador;
  • Comprovante de contribuição ao ISS para empresas que atuam como prestadoras de serviços;
  • Certidão simplificada da Junta Comercial para empresas constituídas há três meses ou mais;
  • Ato constitutivo em uma cópia;
  • Cópia do CNPJ e do alvará de funcionamento;
  • RG e CPF.

O próximo passo é fazer o registro na Previdência, a fim de pagar os tributos obrigatórios. O prazo para dar entrada na Previdência é de 30 dias. Então, basta solicitar a emissão de nota fiscal eletrônica na Prefeitura (para prestadores de serviço) ou na Secretaria de Estado da Fazenda (para empresas do comércio ou da indústria).

7. Divulgue a empresa

Por fim, a última etapa de todo esse processo é fazer a divulgação do seu negócio. Nesse momento, a dica é simples: apostar no marketing. Até chegar aqui, você já deve ter uma ideia da imagem que deseja que sua marca tenha. Por isso, invista na criação de fanpages e perfis nas redes sociais, que são ações totalmente gratuitas. Além disso, você pode apostar em links patrocinados e outros tipos de divulgação de baixo custo.

Caso não saiba muito bem o que fazer ou tenha dificuldades em traçar uma estratégia, contrate uma empresa especializada. Assim, você poderá alimentar seus perfis nas redes sociais, ter um blog e atrair clientes de maneira fácil e prática.

Lembre-se: deixar o marketing a cargo de um profissional poderá fazer toda a diferença no seu negócio e permitirá que sua empresa conquiste vantagem competitiva.

O processo de abertura de uma empresa é complexo e exige atenção a diversos elementos, mas, seguindo os passos que indicamos nesse post, você terá sucesso. Obstáculos ainda surgirão  — isso é normal durante o percurso  —, mas você estará preparado para enfrentá-los!

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