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Gestão de marca: 9 motivos para investir em branding na crise

Comunicação, Empreendedorismo Leia em 5 minutos

Todo empresário tem boa percepção de sua marca — enxerga pontos positivos, valor além do financeiro, individualidades destacadas e potencial de atração de interesse do público. Mas será que as pessoas veem o mesmo? Muitas vezes, a resposta é não. E aí surge a gestão de marca e toda a sua importância, pois ela é responsável por fazer com que o público reconheça e veja a empresa de acordo com a positividade e a exclusividade que o proprietário quer transmitir.

Porém, mesmo com esse resultado, alguns empreendedores têm receio de investir em meio a um cenário econômico ruim, como o atual. Mas é justamente isso que pode representar uma ótima oportunidade de investimento em branding para se destacar no mercado. Quer ver? Então, confira agora 9 razões para gestores de empresas aproveitarem esse momento propício para alçar marcas.

Ir na contramão dos demais negócios

Como dissemos, muitos empresários ficam receosos de aplicar recursos no branding em período de mercado desaquecido. Além do mais, eles cortam esse investimento por este não ser básico, — como a compra de insumos ou o pagamento de impostos.

Então, é necessário aproveitar essa realidade. Enquanto algumas marcas vão reduzindo o trabalho em cima de percepção de positividade e exclusividade para o público — e outras nem o iniciam —, é interessante fortalecer essa forma de comunicação do negócio para evidenciá-lo. Isso ocorre pelo próprio branding, mas também pelo preenchimento do espaço que é deixado em aberto.

Acabar com a desconfiança das pessoas

Dinheiro é levado a sério e a desconfiança para gastá-lo é comum até em momentos opostos à crise. Então, a conclusão evidente é que com menos dinheiro o público precisa perceber bastante credibilidade para decidir por uma aquisição de produto ou serviço.

Por isso, preenchendo o vazio que vimos anteriormente e atestando a confiabilidade de um negócio, o branding encaixa-se nas empresas como necessidade para períodos de dinheiro em baixa e desconfiança em alta.

Investir no funcionamento fluente

O resultado da gestão de marca transforma-se em um patrimônio — mais clientes na carteira e abrangência do significado positivo do empreendimento. Com isso, é possível ter uma fatia de mercado para operar com segurança e também atrair progressivamente mais público.

E podemos estender essa repercussão a um futuro momento de economia aquecida: com mais dinheiro e menos riscos, clientes fidelizados continuarão adquirindo seus produtos. E será mais fácil nesse momento gerar valor a outras pessoas e atrair novos negócios.

Transmitir segurança e potencial ao público

Em meio a grande oferta e fortes concorrentes, qualquer empresa que mostra seu valor, sua personalidade e que tem espaço — principalmente durante a crise — propaga credibilidade, responsabilidade, força e até mesmo um pré-reconhecimento.

É automático o pensamento de que essas qualidades são essenciais para a sobrevivência nessa realidade. A empresa as tem e transmite, assegurando eficiência e confiabilidade? Então é uma boa escolha para o público.

E, obviamente, ninguém quer ter relação comercial com um negócio que em breve pode sucumbir ou ser irresponsável, principalmente em um cenário desfavorável.

Disseminar ideias com clareza

Julgamentos negativos, de forma voluntária ou induzidos pela comunicação de um empreendimento, têm grande poder de afetar os resultados. E tudo o que é ruim passa a ser potencializado em época de crise econômica. Não se pode dar espaço para entendimento equivocado — o que ocorre facilmente quando há menos dinheiro disponível e mais desconfiança preventiva.

Aqui, a gestão de marca trata de não dar chance para que os valores do negócio sejam distorcidos ou não percebidos. E extingue qualquer possibilidade ou fator com potencial de agregar negatividade à organização.

Firmar posicionamento

Negócios são complexos e não significam apenas ganhar dinheiro o mais rápido possível em grande quantidade. A área de atuação, os serviços e produtos oferecidos, o tempo de existência e outros elementos exigem que as marcas se posicionem em relação ao mercado, meio ambiente, economia, questões trabalhistas e sociais e tantas outras particularidades consequentes dos pontos diretos das operações.

Sem o branding, como um profissional sabe em pesquisa por fornecedores que uma empresa de usinagem, por exemplo, — abrangendo processos com máquinas, metais, plásticos e resíduos — tem responsabilidade ambiental?

Gerar percepção de identificação no público

Quando não se faz branding, qualquer empresa é só mais uma da concorrência querendo obter faturamento. Mas quando a gestão de marca entra em cena, um empreendimento tem como se aproximar das pessoas. E a aproximação é que pode causar a sensação de identificação por valores, preocupações, diretrizes de trabalho e outros pontos que podem ser comuns entre o público e o negócio.

Destacar singularidades e diferenciais

Todo empresário já deve ter se perguntado pelo menos uma vez: “Por que escolherão minha empresa e não outra?” — o que é muito bom. E esse é o primeiro passo para se perceber a importância do branding, que fornecerá a resposta para a pergunta.

É claro que o produto ou serviço, o atendimento, os preços e demais fatores ligados à oferta também influenciam na escolha do cliente por um ou outro empreendimento. Mas, principalmente para novos clientes, as características incomuns de um negócio podem ser decisivas.

Tornar o marketing mais potente

Não só o branding, mas uma boa estratégia de marketing também tem enorme potencial de gerar resultados. Porém, elas não são o mesmo e devem coexistir se complementando.

Com uma marca forte, reconhecida e positiva na percepção do público, as ações do marketing tornam-se ainda mais eficientes. Por exemplo, um post em blog empresarial com potencial de transformar visitantes do site em leads, tem sua eficácia multiplicada quando a organização tem sua identidade bem trabalhada.

Além de ser um investimento, a gestão de marca pode ser tida como um agente estratégico e permanente na atuação de uma empresa. Pois como qualquer outro planejamento empresarial — tributário ou de vendas e processos operacionais — precisa ser colocado em prática e continuamente aperfeiçoado.

Alguma dessas razões traduziu uma carência da sua empresa? Já tem algum objetivo definido para iniciar o investimento em branding e fazer corretamente a sua gestão de marca? Compartilhe sua necessidade ou percepção conosco nos comentários!

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